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DICAS E ARTIGOS







Joelhos saudáveis na terceira idade

A expectativa de vida aumentou assim como as dores no joelho. Com uma população cada vez mais idosa sente-se cada dia mais as limitações físicas decorrentes de desconfortos nos membros inferiores. Mas não é preciso se privar da independência física por causa de dor nos joelhos.

O acompanhamento fisioterápico ainda é o meio mais conservador e com os melhores resultados para amenizar a dor e fortalecer o membro, dando mais autonomia ao paciente.
Quando falamos na saúde dos joelhos a artrose nessa fase da vida é muito comum. Ela age desgastando a articulação e acontece tanto pela idade, quando por sobrecarga articular ou sequelas de fraturas, por exemplo. O tratamento vai dar mais função articular ao paciente e diminuir a dor. Porém, caso o idoso tenha passado por uma cirurgia de prótese, o que acontece quando os métodos conservadores não apresentam resultados, a fisioterapia faz parte do plano de reabilitação. Os exercícios vão fortalecer a musculatura do joelho e também do quadril. O paciente vai reaprender a sentar e levantar para não sobrecarregar o local operado e ainda realizar atividades que aumentem a amplitude dos movimentos dos joelhos.

O joelho valgo – virado para dentro – é comum em crianças, mas quando não tratado gera um desequilíbrio de carga corporal ao longo da vida. Se o paciente tem algum tipo de desvio deve-se fazer um acompanhamento. Já quando o idoso não tem nenhum problema diagnosticado no joelho, mas sente os movimentos comprometidos dá para fazer um tratamento de prevenção para não atrofiar a musculatura e manter o arco de movimentos articulares.

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Dr. Renato Aguiar Lopes

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A importância de fortalecer os músculos do joelho

As articulações dos joelhos são exigidas diariamente e muitas vezes têm de aguentar sobrecarga de exercícios físicos e de atividades da rotina. Isso já justifica a necessidade de fortalecer a região.

Se o paciente não apresenta nenhuma lesão a rotina em uma academia, com acompanhamento específico, deve ajudar. Porém, se houver dor é o fisioterapeuta que vai atuar.Deve-se trabalhar o quadríceps, posteriores de coxa, adutores e abdutores focando em força e flexibilidade.
Além dos músculos do joelho é fundamental trabalhar toda a região ao redor dele para evitar a pressão.

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O jeito que você pisa pode piorar a dor no joelho

A dor no joelho é uma resposta do organismo a diferentes fatores que interferem no funcionamento correto do membro. Por isso, o desconforto pode surgir após um trauma, ao acometimento de uma doença degenerativa e até mesmo pelo impacto de uma corrida.

Sabemos que os movimentos de caminhar e correr são realizados praticamente de forma voluntária, já que não pensamos ao executá-los, mas saiba que correr na ponta dos pés aumenta e muito a chance de desenvolver uma lesão.
Se ao correr você ficar o tempo todo com o calcanhar sem tocar no chão dá para acelerar o movimento, mas o músculo da panturrilha fica sobrecarregado. Agora, imagine essa sobrecarga por 5 ou 10 Km. O resultado será sem dúvida uma lesão no joelho que pode ter início com o desconforto após a prática da atividade, mas aos poucos tende a diminuir os seus resultados.

Pisar com o pé inteiro no chão também não é uma boa ideia, a sobrecarga, nesse caso, afeta o joelho, o tornozelo e a coluna já que não existe a distribuição do choque ao longo da passada.
E atenção às passadas curtas, pense que quanto maior o passo, menos movimento você faz e evita assim lesões nas articulações dos joelhos.
Sendo assim, o correto ao correr é tocar o chão primeiro com o antepé, diminuindo o impacto e a sobrecarga do joelho e depois encostar o calcanhar no solo, equilibrando o esforço. E a cada passada realmente dobre os joelhos, para compensar a sobrecarga que a articulação sofre com o contato com o chão.
Para os leigos pode parecer difícil avaliar se está fazendo o movimento correto, então um fisioterapeuta pode fazer esse teste por você e se for necessário te orientar sobre a correção da pisada.
Alterar a biomecânica da corrida vai, além de melhorar o seu desempenho, evitar demais problemas de saúde.

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Condromalácia patelar. Você sabe o que é?

Pode ser propiciado pelo excesso de peso e esforço repetitivo que provoca dor profunda no joelho ao levantar-se da cadeira, ao dobrar a perna, correr, subir ou descer escadas.

O diagnóstico é feito através de exames de imagem e o tratamento depende do tipo de lesão, muitas vezes a mudança de alguns hábitos como a suspensão de exercícios físicos que possam sobrecarregar o joelho, já surtem efeito sobre o problema. Além disso, medicamentos como anti-inflamatórios e analgésicos ajudam no alívio do inchaço e da dor.


Com a execução de técnicas de fisioterapia o resultado é encontrado sem muita demora, pois se baseia no fortalecimento dos músculos que dão a sustentação da articulação e na readequação do posicionamento do quadril, joelhos e dos pés. Atividades como natação e pilates também são muito bem-vindas ao tratamento desta condição.


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Dica Clínica do joelho

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Você sente estalos no joelho?

Saiba o que pode causar e como tratar:

Atividades simples como caminhar, subir e descer escadas, correr e agachar podem produzir estalos no joelho, que podem não significar um distúrbio exatamente, mas é fundamental a percepção de quais desses movimentos produzem o som e a presença de outros sintomas.

Causas dos estalos:

1. Artrose no joelho (desgaste da articulação pela idade ou traumas);

2. Desalinhamento do corpo (mecanismos de compensação que desregulam o alinhamento da postura corporal);

3. Excesso de peso (carga superior a que o joelho foi projetado para suportar);

4. Alterações patelares (artrose, pancada, inflamação);

5. Alguns traumas no menisco, fissuras e sinovite podem ser a causa dos estalidos, no entanto, a mais comum é a condromalácia patelar (desgaste na articulação do joelho).


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JOELHO INCHADO

O inchaço no joelho se apresenta de forma repentina ou progressiva em decorrência do excesso de líquido dentro ou ao redor no joelho, que pode dificultar o movimento da perna afetada. O inchaço acontece comumente após um entorse, trauma, ou até mesmo se um dos sinais de uma infecção. Ele é comum em praticantes de esportes de alto impacto, como futebol, basquete e corrida, em virtude da alta probabilidade de acidentes.


As causas do inchaço são as mais diversas, dependendo da localização e de outros sintomas:

• Após a lesão: o inchaço se manifesta horas depois da lesão, em consequência do líquido sinovial que se acumulou na articulação após uma torção do joelho ou uma lesão no menisco, na parte interna. Após um entorse, o ligamento é sobrecarregado, mas permanece ileso, afetando algumas fibras ali presentes.

• Após uma lesão o inchaço ocorre de forma repentina: essa situação é característica de uma ruptura de ligamentos, lesão no menisco (parte externa) ou fratura óssea. O sangue que extravasa após o trauma se acumula na articulação na parte superior, inferior e lateral do joelho.

• Sem lesão com inchaço gradual: são indícios de doenças crônicas como a atrite e a artrose, quando o inchaço varia de acordo com o dia e as atividades envolvidas, pois quando há sobrecarga no joelho comprometido a inflamação estimula a produção de mais líquido para proteger a área afetada. No início da artrose, o inchaço que se apresenta nas laterais do joelho é mais frequente devido à redução da cartilagem.

• Sem lesão com inchaço súbito: se não houver a presença de trauma ou entorses, esse inchaço é sinal de infecção provocada pelo acúmulo de líquido no espaço sinovial ou caso de gota, quando há o acúmulo de ácido úrico, levando a um leve inchaço no joelho.

• Joelho lateralmente inchado: quando o acúmulo de líquidos não ocorre na cápsula articular, no caso de bursites e hematomas. As bursas são bolsas que comportam um líquido que lubrificam a articulação e reduzem o atrito entre os ossos e as outras estruturas. O acúmulo de líquido nas bursas pode se apresentar na parte de trás do joelho, conhecido como cisto de Baker (tamanho de uma laranja), ou na frente da patela (pré-patelar). Já o hematoma é consequência de um trauma dos músculos ao redor do joelho.

• Após cirurgias: esse sintoma é normal e esperado, principalmente se tratando de cirurgia no menisco que leva semanas e meses para desinchar.

• Na gravidez: o aumento no peso e as mudanças na circulação podem estimular a retenção de líquidos, sobrecarregando os joelhos e as pernas. É preciso ter um cuidado especial para descartar um quadro de hipertensão, que pode ser um sintoma perigoso para a mãe e o bebê.

Além do inchaço outros sintomas podem se manifestar:

• Dor: está ligada a lesões esportivas, lesões no menisco, na cartilagem e rompimento de ligamentos;

• Estalos: característico em idosos e associado a problemas nas articulações, como artrite ou artrose;

• Vermelhidão: sinal de inflamação intensa ou até mesmo de infecção, principalmente se estiver quente;

• Roxo: normalmente aparece após uma pancada ou entorse.


Dicas para o alívio do inchaço no joelho:

1. Ficar em repouso;

2. Apoiar a perna em um nível mais alto;

3. Aplicar compressa fria por 15 minutos em até 3x ao dia ou em até 2 dias do início do sintoma, para reduzir o inchaço;

4. Após 2 dias, aplicar compressas mornas para aliviar a dor;

5. Tomar os anti-inflamatórios para reduzir a inflamação no local após o diagnóstico do problema;

6.  Se os sintomas persistirem e houver dificuldade de andar procure o ortopedista

Dependendo do caso pode ser necessário indicação de algumas sessões de fisioterapia, retirada do excesso de líquido na cavidade articular ou até mesmo uma cirurgia.


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Fraturas em crianças

Saiba como identificar se o seu filho quebrou um osso

Se existe uma certeza nessa vida é a de que seu filho vai cair – literalmente. Essas quedas são a maior causa de fraturas em crianças e o acidente pode acontecer com um tombo, quando estão aprendendo a andar, ou a partir dos 2 anos, devido a traumas por prática de esportes e brincadeiras, como correr e subir em árvores.

Dá para prevenir as fraturas?

Supervisão é o mais importante. Esteja ao lado do seu filho enquanto ele ainda não souber se movimentar bem e oriente sobre perigos, como a prática de esportes sem equipamento de segurança. Em casa, retire os tapetes derrapantes e não deixe a criança andar de meias ou com sapatos de borracha muito aderente, cujo atrito com o chão favorece quedas. Fique de olho quando ele subir ou descer escadas e dê preferência a brincadeiras em locais que tenham grama, areia ou outro tipo de piso que amorteça eventuais impactos.

Será que meu filho sofreu fratura?

Os principais sintomas são dor intensa, dificuldade de se mexer, inchaço e manchas roxas. Em alguns casos, dá para perceber uma deformidade no local, como um desvio no osso que antes era reto. Até os 3 anos, a criança tem dificuldade de expressar a dor, então observe se ela está irritada ou evita movimentar o membro.

Tem alguma parte do corpo mais suscetível a fraturas?

Como a criança estica o braço para se proteger de uma queda, os membros superiores, como braço, antebraço, cotovelo, punho e clavícula, estão mais sujeitos a sofrer uma fratura.

Ele quebrou um osso. E agora?

Imobilize o local. Se a fratura ocorreu no braço, você pode improvisar uma tipoia com pano. Dê um analgésico para atenuar a dor e vá ao pronto-socorro. Se houver outro ferimento, limpe com pano com água ou soro fisiológico e comprima para estancar o sangramento. Colocar gelo envolvido por uma toalha (para não queimar a pele) ajuda a diminuir o inchaço.

O que vai acontecer no hospital?

Seu filho vai passar por um exame clínico e tirar um raio X do local machucado. O mais comum é imobilizá-lo com tala ou gesso, mas, se houver um desvio dos fragmentos, pode ser necessário colocar o osso no lugar com uma espécie de tranco manual. No caso do gesso, o tempo de imobilização varia muito, de semanas a meses.

Quebrar um osso é grave? E se precisar de cirurgia?

Até os 8 anos, acontecem muitas fraturas “em galho verde”, como dizem os especialistas. Isso significa que os ossos da criança não se quebram por completo, porque são mais flexíveis e resistentes do que os do adulto. Mesmo que seja grave, o processo de consolidação óssea é mais rápido e eficiente. Casos cirúrgicos são aqueles em que o desvio ou a fragmentação do osso fraturado é muito expressiva.



PERDER PESO AJUDA A PROTEGER JOELHOS

Pesquisa identificou benefícios entre pessoas que emagreceram e a redução da degeneração da cartilagem nestas articulações

Você já deve ter ouvido falar que o excesso de peso e obesidade não combinam com joelhos saudáveis. Estas articulações acabam sofrendo o impacto de um corpo mais pesado e, com o tempo, acabam degenerando a cartilagem – responsável por revestir e proteger o joelho.

Um novo estudo, desenvolvido por cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, Estados Unidos, resolveu analisar os diferentes graus de perda de peso e a progressão da degeneração da cartilagem dos joelhos de 506 pessoas obesas. Os pacientes tinham fatores de risco moderados para o problema, como osteoartrite.

Os pesquisadores dividiram os participantes em três grupos: um de controle (que não perdeu peso), outro com um leve emagrecimento e o terceiro com uma perda de peso de 10% ou mais do peso corporal.

Durante o período de quatro anos, a qualidade da cartilagem de cada um dos grupos foi comparada. Os especialistas identificaram que a perda de peso teve um efeito protetivo contra a degeneração deste revestimento da articulação. Quanto maior foi a perda de peso, mais lento desenvolveu-se o processo.

O grupo que emagreceu pouco teve pouca diferença em relação aos participantes que mantiveram o peso, segundo os cientistas. Eles também notaram que a perda de peso reduziu o risco do desenvolvimento de osteoartrite.

 



Joelho: Você cuida do seu?

Uma porcentagem significativa da população apresenta ou apresentará algum problema de joelho. Problemas de joelho constituem cerca de 50% das causas de consultas ortopédicas envolvendo traumas na região músculo-esquelética. Para não fazer parte destas estatísticas, ou não voltar a fazer parte delas, a melhor solução, ao contrário do que muitos pensam, não é o repouso, muito pelo contrário, o ideal para prevenir este tipo de lesão é a musculação.

Não pense você que pessoas que não praticam atividade física estão livres de problemas de joelho. Uma série de fatores não relacionados à atividade física podem desencadear este tipo de problema: sobrepeso, traumas, genética, atrofias, uso freqüente de alguns medicamentos (como corticóides, por exemplo), características físicas (como pés chatos ou a largura do quadril) e até mesmo uma forma atípica de caminhar. Lesão no joelho não é exclusividade de atletas. Todos nós devemos realizar um trabalho de fortalecimento de joelho, justamente por ser uma estrutura propensa a lesões e muito importante em nossas atividades rotineiras.

Você já deve ter escutado o termo “fortalecimento de joelho”, mas talvez não saiba bem como ele funciona. É importante entender como e porque ele funciona, para aprender a se beneficiar da melhor forma possível desta recurso. Através do fortalecimento da musculatura que envolve o joelho você pode evitar lesões e até mesmo minimizar as limitações causadas por lesões antigas. Não tenha medo de realizar exercícios como flexão de joelho, achando que eles necessariamente agravarão sua condição, pois eles podem te ajudar. Para se assegurar que seu joelho estará devidamente estabilizado, ou seja, protegido e no lugar certo, o ideal é fortalecer quem é responsável por mantê-lo no local certo.

Para realizar este fortalecimento, uma das melhores formas é a musculação. Evidentemente, os exercícios devem ser prescritos com muita cautela e com acompanhamento adequado, ainda que o aluno não se queixe de lesões no joelho. A estrutura óssea e particularidades do corpo de cada aluno serão determinantes para estipular o melhor exercício com objetivo de fortalece-lo.

Os exercícios com solicitação da articulação de joelho devem ser executados com muita atenção, respeitando milimetricamente o posicionamento estipulado pelo professor. É preciso tomar cuidado com a angulação, na regulagem dos aparelhos e na reação do joelho ao exercício: dor, estalos ou qualquer outro sinal anormal devem ser imediatamente comunicados. Também é importante que você saiba que nem todos os problemas de joelho se combatem com ganho de força muscular.

Muitas vezes é necessário trabalhar outros aspectos, como por exemplo a flexibilidade muscular (encurtamento do quadríceps, por exemplo, pode causar alterações na posição da patela). Já tive um caso bem complicado onde, em um trabalho multidisciplinar com ortopedistas e fisioterapeutas acabamos descobrindo que a melhor forma de tratar aquela lesão era o uso de uma palmilha! E não descuide do seu posterior de coxa, que geralmente é mais fraco que a musculatura anterior, o que pode gerar um desequilíbrio prejudicial para seu joelho. Há também quem entenda que os tecidos de cicatrização que podem existir nas proximidades do joelho fariam com que a musculatura fique mais rígida, dificultando a movimentação. Parece complicado, mas a solução proposta é simples: rolar a parte posterior por um rolinho de espuma ou uma bola de tênis para “remover” os tecidos de cicatrização.

Converse com seu professor sobre os benefícios de exercícios de cadeia aberta (aqueles realizados com os pés livres) e cadeia fechada (aqueles com os pés apoiados em uma superfície). Fica difícil dar dicas genéricas para todos os casos. Em linhas gerais, só posso dizer que estejam atentos para realizar exercícios com os pés afastados a uma distância média equivalente à distância dos seus ombros, procurando não afastar demais nem aproximar demais os pés e, nos exercícios de cadeia fechada, observem para que, olhando reto em direção aos pés, os joelhos nunca ultrapassem o campo de visão do pé. Sentiu dor no joelho? Pare imediatamente. Dor muscular é aceitável, dor articular não.

Movimentos de rotação não são bons para o seu joelho. O forte dele é dobrar (papo técnico: gínglimo complexo). Evite movimentos de rotação, principalmente quando estiver com sobrecarga. Canso de ver pessoas com caneleiras se deslocando e fazendo movimentos de rotação sem necessidade. Caso sinta dor e escute o clássico “coloca gelo”, pense duas vezes. Costuma ser mais eficiente fazer um choque térmico alternando alguns minutos de gelo com alguns minutos de calor repetidas vezes.

Nunca é demais lembrar que o processo de fortalecimento de joelho é alcançado a longo prazo. Não espere que dores desapareçam do dia para a noite e que problemas sejam solucionados em poucas semanas. É um processo lento. Só porque demora, não quer dizer que não funcione. Cuide do seu joelho, seja para prevenir, seja para tratar.



Dicas para manter joelhos saudáveis e sem lesões

Traumatologista
A partir de um exame físico, o traumatologista pode descobrir predisposição de algumas pessoas a lesões nos joelhos. Um exame importante antes da prática de esportes é o teste isocinético, que determina desequilíbrios musculares nos tornozelos, joelhos e quadris.

Educador físico
As orientações de um treinador podem evitar lesões. Isso porque o treinamento incorreto é o principal fator associado a problemas nos joelhos. Um educador físico ajudará a pessoa a adotar posturas corretas.

Esportes
Com a prática de esportes, é possível construir músculos fortes nos quadríceps e isquiotibiais (anteriores e posteriores da coxa) que podem diminuir a dor nos joelhos e ajudar as pessoas a tolerarem melhor doenças na região.

Fortalecimento
Dos joelhos e do quadril. Como qualquer impacto ou força de explosão passam pelos joelhos, é fundamental o fortalecimento dessas articulações. Pois a falta de preparo muscular pode provocar a sobrecarga com lesões nas cartilagens, nos tendões e na membrana. Em relação ao quadril, a sua musculatura ganha a atenção da traumatologia esportiva, pois alguns músculos da região, quando fortes, evitam que o joelho “caia para dentro”, causando uma postura incorreta nas pessoas.

Sem exagero no treino
Uma lesão pode ser provocada pelo excesso de treinamento. A sobrecarga nos joelhos, portanto, deve ser evitada. Em estudo, foi demonstrado que os joelhos trabalham próximos aos seus limites fisiológicos e a dor sentida após um treino exagerado pode indicar uma lesão instalada.

Peso ideal
A cada passo, o impacto de duas a quatro vezes do peso corporal é transmitido por meio da articulação dos joelhos. Assim, quanto maior for o peso, maior será o impacto nos joelhos. Por exemplo: estudos revelam que a perda de 10 quilos pode reduzir em até 20% a dor dos joelhos com artrose.

Calçado
Os tênis confortáveis e com bom amortecedor na parte do calcanhar ajudam a tirar a pressão da articulação dos joelhos, promovendo alinhamento adequado deles e melhorando o equilíbrio do corpo. Mulheres: não exagerem no uso dos saltos altos, que enfraquecem a muscular anterior da perna.