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DICAS E ARTIGOS

As 10 dicas para quem teve lesão no ligamento cruzado anterior do joelho

A ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho é uma lesão frequente nos esportes. A entorse é, disparadamente, o movimento que mais lesa estruturas intrínsecas do joelho. No futebol, esporte muito popular no Brasil, o trauma ocorre com o pé fixo ao solo, ou preso à perna do adversário, ocorrendo rotação anormal interna ou externa do fêmur em relação à tíbia. 
Pelo fato desta estrutura não cicatrizar, é de comum acordo entre a maioria dos cirurgiões de joelho no mundo de que tanto uma lesão total quanto parcial em pacientes ativos e que tenham queixas de falseio, que o indivíduo deve ser submetido a cirurgia de reconstrução para que possa restabelecer a estabilidade e função.

Seguem aqui 10 dicas para pessoas que sofreram a lesão:

1) Procure um bom profissional. 
Tanto a Sociedade Brasileira de ortopedia e traumatologia (SBOT), como a Sociedade Brasileira de cirurgia do joelho (SBCJ) disponibilizam na internet o rol de profissionais especialistas aprovados, portanto capazes de abordar melhor doenças do joelho. Verifique currículo do médico selecionado. Profissionais envolvidos em pesquisas, pós graduados e que façam parte de grupos de especialidade (ex: grupo de traumatologia do esporte da Santa casa de São Paulo) costumam aliar a ciência com experiência.

2) Com quem vou reabilitar?
Peça indicação de fisioterapeutas ao seu médico. Uma boa comunicação entre profissionais e estabelecimento de protocolos de reabilitação estão estatisticamente ligados a melhores resultados.

3) Fisioterapia só depois da cirurgia?
Verifique com seu médico a possibilidade de realizar fisioterapia pré-operatória. Caso não haja contra indicações como lesões meniscais bloqueando joelho ou lesões concomitantes a outros ligamentos, a fisioterapia pré-operatória mantém a musculatura trófica, melhora a dor e assegura um arco de movimento normal do joelho.

4) Informe-se!
Discuta com seu médico a técnica e a seleção do enxerto a serem utilizadas na cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior. Tudo isso terá impacto no retorno ao esporte.

5) Não tenha pressa! 
A reabilitação do ligamento cruzado anterior leva seis meses, em média, e o retorno pleno ao esporte deve ser gradual, após melhoria do condicionamento físico e sob a supervisão de um bom treinador. Para esportes de contato como o futebol, por exemplo, pode-se levar de nove meses a um ano.

6) Não se assuste! 
Tanto antes da cirurgia quanto depois, a musculatura do membro afetado, principalmente a musculatura da coxa, sofrerá atrofia. A isso denominamos "inibição artrogênica do quadríceps". Em outra palavra, o grupo muscular fica inibido e, além de atrofiar, não responde completamente a estímulos voluntários de contração. Mas isso é totalmente revertido por uma fisioterapia bem feita.
7) Água! 
Uma boa fisioterapia é sempre bem complementada pelo trabalho de hidroterapia na piscina, por exemplo.
8) Minha musculatura está equilibrada?
Verifique com seu médico a possibilidade de realizar avaliação isocinética, idealmente no terceiro e sexto mês pós-operatório, afim de se avaliar força, potência e resistência da musculatura e auxiliar no trabalho de grupos musculares que, por ventura, estejam fracos e desequilibrados.

9) Ajuda do professor!
O trabalho de fortalecimento iniciado pelo fisioterapeuta deve ser passado a um bom profissional da educação física, que entenda bem a lesão e que siga o protocolo iniciado sob proteção articular, mantendo sempre a comunicação entre os profissionais da saúde.

10) Retorne devagar!
É muito comum que haja ansiedade no retorno ao esporte. Cada modalidade esportiva tem seu tempo de volta, respeitando a biologia da integração do enxerto e da qualidade da reabilitação empregada. Picos de treino podem causar sobrecarga no joelho atrasando ainda mais o tão sonhado retorno às quadras, ruas, trilhas e aos gramados!

Fonte: Dr. Adriano Leonardi - www.especialistadojoelho.com.br



10 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE OSTEOPOROSE

osso, além de promover sustentação ao nosso organismo, é a fonte de cálcio, necessária para a execução de diversas funções como os batimentos cardíacos e a força muscular. É uma estrutura viva que está sendo sempre renovada. Essa remodelação acontece diariamente em todo o esqueleto, durante a vida inteira. A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição de massa óssea, com o desenvolvimento de ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, tornando-os mais sujeitos a fraturas. 

Confira, então, as 10 coisas que você precisa saber sobre osteoporose:

1 - A osteoporose é uma doença silenciosa, isto é, raramente apresenta sintomas antes que aconteça sua consequência mais grave, isto é, uma fratura óssea. O ideal é que sejam feitos exames preventivos, para que ela seja diagnosticada a tempo de se evitar as fraturas. 

2 - Os nossos ossos recebem forte influência do estrogênio, um hormônio feminino, mas que também está presente nos homens, só que em menor quantidade. Esta hormônio ajuda a manter o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea.  Por este motivo, as mulheres são as mais atingidas pela doença, uma vez que, na menopausa, os níveis de estrogênio caem bruscamente. Com esta queda, os ossos passam a se descalcificar e se tornam mais frágeis. De acordo com estatísticas, a osteoporose afeta um homem para  cada quatro mulheres.

3 - 10 milhões de brasileiros sofrem de osteoporose. Uma a cada quatro mulheres com mais de 50 anos desenvolve a doença. No Brasil, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose. 200 mil pessoas morrem todos os anos no país em decorrência destas fraturas. Mas, mesmo após uma fratura osteoporótica, o diagnóstico de osteoporose acaba não sendo feito e o paciente não é encaminhado para tratamento.

4 - Os locais mais comuns atingidos pela osteoporose são a espinha (vértebras), o bacia (fêmur), o punho (rádio) e braço (úmero). Destas, a fratura mais perigosa é a do colo do fêmur. Um quarto dos pacientes que sofrem esta fratura morrem dentro de 6 meses.

5 - Muita dor nas costas e diminuição de estatura podem representar fraturas vertebrais da osteoporose. Preste atenção!

6 - O diagnóstico precoce da osteoporose é feito pela medida da Densitometria Óssea. Possuem maior risco para desenvolver osteoporose as mulheres, indivíduos de raça branca, pessoas miúdas (magrinhas e pequenas), que tiveram menopausa precoce e não fizeram reposição hormonal, os fumantes, que possuem história de fraturas na família, que possuem doenças graves ou que utilizam corticoides por longo tempo,  e aquelas que ja tiveram fraturas na idade adulta.

7 - Uma medida de Densitometria Óssea esta indicada para todas as mulheres a partir de 65 anos e para todos homens com 70 anos ou mais. Além disto, todas mulheres menopausadas e todos homens com mais de 50 anos que possuam um dos fatores de risco descritos acima devem realizar o exame para confirmar a presença da osteoporose.

8 - A prevenção da osteoporose deve se iniciar na infância, através de uma alimentação saudável, com boa quantidade de alimentos ricos em cálcio (especialmente presente nos laticínios e, em menor quantidade, nas verduras escuras, no gergelim, no feijão branco e no tofu). Além disto, deve-se proporcionar para a criança e o adolescente a possibilidade de  brincadeiras e atividades ao ar livre. Isto nao somente vai estimular o exercício físico  que fortalece o esqueleto em crescimento, mas também possibilitar a exposição ao sol para que ocorra a produção Vitamina D na pele.

9 - A Vitamina D é fundamental para nossa saúde, em especial para o fortalecimento ósseo. Como ela não esta presente na maioria dos alimentos, temos que obtê-la através  da exposição ao sol ou, quando isto não for possível, através de suplementos vitamínicos.

10 - O risco de desenvolver a Osteoporose pode ser reduzido, se medidas como uma alimentação rica em cálcio, manutenção de uma atividade física e aporte adequado de Vitamina D foram proporcionados ao longo da vida. Entretanto, é importante salientar que, mesmo com todos estes cuidados, uma parte dos indivíduos vai ter osteoporose, pois a herança genética ainda não pode ser modificada. Mas a boa notícia é que existem tratamentos eficazes, caso você ja tenha a doença. Procure um endocrinologista, que poderá conduzir seu tratamento de maneira adequada e tranquila.

Fonte: Endocrino



10 dicas para dormir bem

1. Respeite o horário de ir dormirEm média é preciso dormir cerca de 8 a 9 horas de sono repousante para estar bem alerta no dia seguinte e, por isso, quem precisa acordar cedo também deve ir para a cama cedo, respeitando estes horários até mesmo nos fins de semana e feriados. Uma boa dica é ter um alarme no celular para te lembrar que horas você deve ir para a cama.


2. Desligue a TVCerca de 1 hora antes do horário ideal de ir para a cama desligue a TV, o computador e fique longe destes aparelhos, assim como do celular e dos jogos de vídeo game, pois eles excitam o cérebro e te deixam mais agitado, prejudicando o sono. Os únicos aparelhos que podem estar ligados no quarto durante o sono são o rádio, para tocar os sons da natureza, ar condicionado ou o ventilador, pois eles produzem ruídos que facilitam o sono.

3. Leia antes de dormirDeite-se na cama somente quando tiver sono, antes disso, pode-se ficar recostado na cama, lendo um livro sob uma luz um pouco mais fraca. De preferência, leia algo que traga paz e tranquilidade e evite livros que promovem a tensão e o stress como os livros com histórias& de terror, por exemplo.

4. Crie um ambiente escuroApague as luzes da casa e deixe somente um abajur ligado. De preferência, que ele tenha uma luz laranja, pois ela favorece o sono, conforme indica a cromoterapia. Mas se isso não for possível tente manter as luzes apagadas para que a penumbra facilite o sono.

5. Cochile depois do almoçoUm cochilo de aproximadamente 10 minutos logo a seguir ao almoço já deve ser o suficiente para relaxar sem prejudicar o sono noturno. Não tire sonecas prolongadas durante o dia, pois elas podem "roubar" o sono da noite. As sonecas prolongadas durante o dia são somente para bebês e crianças de até 4 anos de idade.

6. Faça exercícios regularmentePratique pelo menos 30 minutos diários de exercícios, mas que não sejam depois das 21 horas, pois também podem prejudicar o sono. Ao praticar exercícios o corpo gasta mais energia e há um aumento da necessidade de descanso. Se você não consegue ir para academia, experimente caminhar um pouco depois do jantar.

7. Evite tomar café depois as 17hEvite o consumo de alimentos estimulantes, como coca-cola, café, chá preto e guaraná a partir da 5 horas da tarde. Veja outros exemplos de alimentos que tiram o sono. Sempre que possível opte pelos alimentos que favorecem o sono, como um copo de leite morno ou uma taça de vinho tinto, por exemplo.

8. Silêncio é fundamentalEvite ambientes muito barulhentos. Comprar um protetor de ouvidos que se usa nas piscinas pode ajudar a encontrar o silêncio necessário para dormir. No entanto, algumas pessoas precisam de um barulho de fundo para conseguirem pegar no sono, os chamados ruídos brancos, como o barulho de uma máquina de lavar roupa, do exaustor da cozinha ligado ou um rádio fora da estação, por exemplo. Também existem alguns aplicativos de celular que produzem estes ruídos, facilitando o sono.

9. Conforto para dormir bemTenha um quarto confortável para dormir, o ideal é ter cortinas que deixem o quarto bem escuro durante a noite (um blackout pode ajudar) e a temperatura do quarto também é importante. O quarto não deve estar nem quente, nem frio. Além disso, um pijama confortável e um bom travesseiro também podem ajudar a relaxar, diminuindo a tensão nas costas e no pescoço, facilitando o sono.Se preferir, pode ainda dormir pelado, pois além de ser mais confortável traz vários benefícios para a saúde. Descubra quais os principais benefícios.

10. Levante cedo diariamenteQuando o despertador tocar pela manhã, espreguice-se, mas levante-se logo e, se possível, abra as cortinas e as janelas, deixando o quarto bem claro para que o cérebro e o corpo entendam que já é hora de levantar para um novo dia.


Fonte: www.tuasaude.com 



Sinovite (Água no joelho) você sabe o que é?

O que é?

Popularmente, a sinovite é referenciada como “água no joelho” e é caracterizada como uma inflamação da membrana sinovial, que consiste em uma fina camada de tecido conjuntivo que reveste estruturas como tendões musculares, cápsulas articulares e bolsas sinoviais.

Se você ainda não teve, deve conhecer alguém que já foi diagnosticado com água no joelho, ou sinovite, nome utilizado pelos especialistas.

Após sofrer uma pancada ou uma lesão no joelho ocorre um acúmulo de líquido no joelho. Esse líquido é conhecido popularmente como “água no joelho”, sendo denominado de líquido sinovial, que é produzido pela membrana sinovial, responsável por revestir internamente as articulações e lubrificar a articulação.

Quando o joelho sofre um trauma, o líquido passa a ser produzido em excesso provocando este quadro clínico de edema (inchaço). Além disso, também acontece uma alteração na qualidade e características físicas desse líquido.

A água no joelho afeta a cartilagem e os meniscos. Os atletas são as principais vítimas desse problema. Algumas doenças como artroses, artrites, gota, sinovites podem desencadear o acúmulo do líquido sinovial.

 

Causas

A membrana sinovial é responsável pela produção e absorção do líquido sinovial, um gel viscoso que possui a composição muito semelhante a do plasma. O líquido sinovial tem a propriedade de lubrificar as estruturas que alcança, reduzindo o possível atrito entre elas. Quando ocorre uma inflamação da membrana sinovial, o processo de produção/absorção do líquido sinovial sofre um desequilíbrio e, como resultado, a articulação do joelho se enche de líquido, por isso a denominação “água no joelho”. Entre as causas para a inflamação da membrana sinovial estão: traumas diretos, uso excessivo ou repetitivo da articulação, infecção, doenças reumáticas que influenciam na destruição do tecido, dentre outras.


Sintomas

Além da dor no joelho, há um aumento da temperatura local e vermelhidão na articulação; dificuldade em movimentar a articulação afetada; fraqueza dos músculos da coxa e da perna e inchaço do joelho.

 

Diagnóstico e exames

Por meio do exame físico o médico ou fisioterapeuta consegue confirmar o diagnóstico de sinovite. Radiografia, ultrassonografia e ressonância magnética também podem ser feitos.


Tratamento

O tratamento da sinovite depende da sua causa. Em alguns casos o médico pode retirar o excesso de líquido intra-articular através de uma punção. Mas a maioria pode ser tratada com fisioterapia, que busca uma diminuição do edema, aumento circulatório, drenagem linfática, fortalecimento muscular e o ganho de amplitude articular. Para estes objetivos, condutas como Laserterapia de baixa intensidade, Terapia combinada, técnicas de liberação miofascial, drenagem manual linfática, método de RICE (gelo, compressão, repouso e elevação), exercícios de amplitude de movimento, fortalecimento e propriocepção podem ser utilizadas.

Para o sucesso do tratamento é muito importante descobrir o que originou a inflamação da membrana sinovial para aplicar os procedimentos adequados. Lembrando que o tempo necessário para a recuperação também vai depender da causa da inflamação.

 

Como prevenir a “água no joelho”?

Já a prevenção da água no joelho pode ser feita controlando o peso corporal, não forçando o joelho em atividades do dia a dia, alongando os músculos das pernas antes de começar qualquer atividade física e fortalecendo a região que sustenta o  joelho.

Mantenha uma boa condição muscular das pernas antes de iniciar qualquer atividade física. Evite fazer movimentos que possam sobrecarregar o joelho e não force o membro em exercícios ou atividades cotidianas. Converse com o seu fisioterapeuta, siga todas as suas recomendações e faça movimentos que fortaleçam os músculos que sustentam a articulação do joelho.

 





Os perigos do salto alto

Na opinião de muitas mulheres o salto alto é uma referência de feminilidade e muitas não dispensam o salto no dia a dia, por outro lado, ele é considerado por fisioterapeutas um vilão para os joelhos. 
O uso frequente de salto alto pode prejudicar a articulação e causar dores, torções, fraturas, calosidades e deformidades nos dedos. As mulheres apresentam mais chances de desenvolverem problemas nos membros inferiores. Isso acontece porque elas têm os joelhos voltados para dentro, o que contribui para a inclinação da patela – pequeno osso que articula com o fêmur e protege a articulação do joelho. 
Os saltos finos são piores, eles favorecem o desgaste da cartilagem da patela, uma vez que a mulher caminha com os joelhos flexionados e se equilibrando.
O uso do salto alto também provoca o encurtamento da musculatura posterior das coxas. Quem tem esse problema pode sentir dores ao andar, já que o músculo da perna alonga muito, causando um desequilíbrio e aumentando as chances da mulher desencadear uma tendinite do tendão de Aquiles.
Veja quais são os problemas causados pelos diversos tipos de salto:

-Salto Agulha
A área do sapato que corresponde o calcanhar é muito pequena, o que facilita para a mulher se desequilibrar.

-Salto bico fino
A mulher corre um risco maior de sofrer lesões nos pés, joelhos e coluna. O bico fino ainda pode causar deformidade nos dedos e joanetes.

-Plataforma
Esse tipo de salto apresenta um menor risco de lesões ou dores nos joelhos.

-Anabela
A frente da planta do pé fica mais próxima do chão, o que pode aumentar a sobrecarga e elevar o risco de lesões e problemas no joelho. No entanto, as chances de levar uma queda são bem menores. Lembre-se que o problema no joelho irá depender da altura do salto: quanto maior, mais intenso o dano.

Previna-se da dor:
Antes de comprar, faça um teste. Ande com o calçado na loja para verificar se oferece um bom equilíbrio;
Escolha os modelos que proporcionam conforto;
Opte por modelos com o solado macio;
Os sapatos com saltos e bicos quadrados proporcionam mais estabilidade;
Use os saltos agulha somente em festas ou ocasiões especiais, pois eles não dão uma boa estabilidade e forçam o joelho.

Fonte – Prof. Dr. Thiago Fukuda, fisioterapeuta da Santa Casa de São Paulo, especialista no grupo joelho, quadril e esporte



Você sabe o que é osteoartrite?

A osteoartrite (ou osteoartrose, ou simplesmente artrose) é uma doença degenerativa das articulações do corpo. A cartilagem que reveste o osso vai sofrendo desgaste e afina progressivamente, até ossos fiquem sem cobertura e comecem a raspar diretamente. Isso causa muita dor e limitação para atividades do dia-a-dia. O joelho é uma das articulações mais acometidas pela osteoartrite e a maioria dos casos aparece após 60 anos. Inicialmente o tratamento não-cirúrgico tem bons resultados, mas, à medida em que a doença progride, a única alternativa para o alívio da dor e melhora da função do joelho é a artroplastia total do joelho (a prótese de joelho).



Prevenção de lesões em atividades físicas

Fortalecimento: uma musculatura bem desenvolvida diminui bastante a sobrecarga na articulação vizinha. Assim, a musculatura do membro inferior deve ser exercitada, em particular a da coxa. O fortalecimento pode ser feito de várias formas, variando a carga, o número de repetições e o grau de movimentação, dependendo do objetivo de cada atleta. Veja com um profissional qual é a forma mais indicada para você.

Alongamento: um bom alongamento é muito importante pra evitar lesões musculares e articulares. No caso do joelho, atenção especial deve ser dada ao alongamento da musculatura da região anterior e posterior da coxa e da panturrilha. Assim como o fortalecimento, para obter um bom alongamento são necessárias disciplina e rotina; adianta muito pouco alongar por apenas 2 minutos antes da atividade física.

Condicionamento aeróbico: em qualquer prática esportiva é fundamental um bom condicionamento físico. Além de todos os benefícios para o organismo (prevenir doenças do coração e obesidade), um bom preparo diminui os riscos de lesões.



Quais são as estruturas lesadas mais frequentemente?

Ligamentos - São estruturas fibrosas (como cordões) que servem para manter a articulação firme. Os principais ligamentos do joelho são: cruzado posterior, colateral medial e colateral lateral. Sofrem lesões principalmente em movimento de rotação (torção) que ocorrem em atividades físicas.

Meniscos - Servem como pequenos amortecedores, facilitam o deslizamento durante os movimentos do joelho e também são responsáveis pela estabilidade. São lesados principalmente pelos movimentos de rotação (lesão aguda) ou por desgaste crônico.

Cartilagem - Revestimento das extremidades ósseas que permite o deslizamento da articulação sem atrito. Pode ser lesada em traumas, como entorses ou rupturas de ligamentos (lesão aguda) e também por desgaste crônico. Estas lesões, se não tratadas adequadamente, podem evoluir para osteoartrite (desgaste do joelho), outras lesões de ligamentos, outras lesões de meniscos, causam dor e diminuem o desempenho do joelho, seja em atividades simples do dia-a-dia ou em atividades esportivas.



Quais são os sintomas e sinais de lesão no joelho?

 

Derrame (inchaço)- muitas vezes chamado de "água no joelho", nada mais é do que o líquido que existe naturalmente no joelho para lubrificar a articulação e que é produzido em maior quantidade quando existe alguma lesão ou inflamação.

Dor persistente ou recorrente- lesões dos meniscos ou da cartilagem frequentemente causam dor no joelho.

Sensação de falha (ou falseio)- ocorrem principalmente nas lesões dos ligamentos, que não conseguem mais segurar os ossos na posição normal.

Travamento ou bloqueio - ocorre quando existe algo solto dentro do joelho, impedindo a movimentação normal. Pode ser um pedaço do menisco ou da cartilagem que se destacou por alguma lesão.

 

 



8 DÚVIDAS E RESPOSTAS SOBRE INFILTRAÇÃO NO JOELHO

1) O que é uma infiltração na articulação?

Infiltração na articulação é uma injeção medicamentosa aplicada diretamente no espaço articular.

2) Quando as infiltrações no joelho são indicadas?

As infiltrações são indicadas quando o joelho apresenta um processo inflamatório que não consegue ser tratado por meio de medidas tradicionais, como medicações orais, gelo e fisioterapia. Outra indicação para as infiltrações é no tratamento da artrose, chamada também de viscosuplementação. Porém, nestes casos, a medicação injetada é completamente diferente dos corticoides utilizados nos casos inflamatórios.

3) Como é feita a infiltração? É um procedimento doloroso?

A infiltração é feita através de um procedimento estéril (asséptico) por meio de uma injeção que atinge diretamente o espaço articular. A infiltração é precedida por uma anestesia na pele e na cápsula articular e, por isso, dói tanto quanto uma injeção em outro local, ou seja, somente a dor da picada na pele e a ardência momentânea causada pela aplicação do anestésico. A infiltração em si não causa dor alguma, já que foi precedida por uma anestesia local.

4) Quais substâncias são utilizadas?

Normalmente, são utilizados os corticoides, que são substâncias anti-inflamatórias potentes. Existem tipos específicos de corticoides que são mais utilizados nos joelhos, que cabe ao ortopedista escolher a partir da avaliação do caso. Anestésicos também são utilizados algumas vezes quando a pessoa é acometida de dores agudas intensas.

No caso da artrose, a medicação mais indicada para ser injetada na articulação é o ácido hialurônico, que ajuda a melhorar a viscosidade do líquido sinovial (fluido viscoso que tem a função de lubrificar a articulação). Ele funciona como um lubrificante e aumenta a nutrição da cartilagem das articulações, em especial a do joelho e, com isso, auxilia a atenuar a dor.

5) Quais os riscos do excesso de infiltrações?

Os corticoides, quando usados em excesso, podem enfraquecer os tecidos e predispor a lesões. Dessa forma, seu uso deve ser restrito em casos onde os tratamentos convencionais não surtiram efeito e, mesmo assim, com ressalvas.

Além dos efeitos locais dos corticoides, existem também os possíveis efeitos indesejáveis sistêmicos, como aumento de pressão arterial e aumento da glicemia. Portanto, pacientes hipertensos e diabéticos devem tomar cuidado especial com o uso dessas substâncias.

Nas infiltrações com ácido hialurônico, o recomendado é uma série de três infiltrações, sendo uma por semana. Os efeitos colaterais possíveis são mais localizados, como a sinovite (inflamação da membrana sinovial).

6) Alguns jogadores de futebol passam pelo tratamento com infiltrações para poder jogar uma partida. Essa é uma prática recomendável? Por quê?

Cada caso é um caso, mas em linhas gerais, as infiltrações não devem ser utilizadas para se mascarar um quadro doloroso a fim de possibilitar a prática de alguma atividade. A ausência de dor proporcionada pela infiltração, nestes casos, pode levar à piora do quadro articular com a sobrecarga da articulação já lesionada.

7) Quantas infiltrações podem ser feitas durante o tratamento no joelho, por exemplo?

Não existe um número definido, mas o uso frequente de medicações corticoides pode enfraquecer os tecidos articulares e predispor a lesões mais complexas no futuro. Portanto, as infiltrações à base de corticoides devem ser limitadas ao mínimo possível à critério médico.

8) Qualquer paciente pode ser submetido à infiltração? O que fazer quando esse tratamento deixar de surtir efeito?

Pacientes hipertensos e diabéticos devem evitar as infiltrações com corticoides. Infiltrações com medicações à base de ácido hialurônico para os casos de artrose no joelho não devem ser realizadas em pacientes com estase venosa ou linfática na perna afetada, tampouco em pacientes com infecção na articulação ou com reação inflamatória mais severa no joelho acometido.

Se quando indicadas as infiltrações não surtirem mais efeito, o caso deverá ser analisado cuidadosamente pelo ortopedista para considerar uma nova modalidade terapêutica.


Dr. Paulo Henrique Araujo, cirurgião ortopedista especializado em trauma ortopédico e cirurgia de joelho

Fonte: http://vidaequilibrio.com.br/

 



Lidando com pequenas dores de joelho

Leve lesão no joelho? Saiba quais os sintomas, como realizar os primeiros socorros e quando procurar o médico.

 

O joelho é uma grande e complexa articulação. Ele é composto de ossos, tendões, cartilagens, ligamentos e bolsas repletas de líquido que ajudam a lubrificar a articulação. Como carro chefe do organismo, também é vulnerável a lesões.

Quando ferido, o joelho responde com uma cascata de reações que conduzem à inflamação e reparação. Repetidas lesões e inflamação podem levar a dor progressiva no joelho, além de postergar a cura completa.

Muitas vezes você pode cuidar por conta própria de lesões menores no joelho, como dor leve ou inchaço, mas quando os sintomas não desaparecem ou pioram (ou são graves inicialmente), é hora de consultar seu médico.

 

Avalie os sintomas

 Os sintomas de uma lesão menor no joelho podem incluir:

  • Dor ao dobrar o joelho
  • Dor ao caminhar ou subir e descer escadas
  • Inchaço leve em uma área (logo abaixo ou na lateral do joelho)
  • Ranger ou estalar ao movimentar o joelho

Se você sofrer uma lesão, é importante realizar os primeiros socorros o mais breve possível. Isto pode ajudar também em lesões de desgaste, como aquela produzida pela tensão frequente em seu joelho, ou quando você não tem uma lesão específica conhecida. Neste caso, porém, você terá que chegar à causa da dor, ou esta poderá piorar. Se a dor persistir, o diagnóstico deverá ser feito por um médico.


Realize primeiros socorros

Use uma terapia composta por: repouso, gelo, compressão e elevação.

  • Descanse o joelho.Não faça qualquer atividade que cause dor. Evite ficar em pé o maior tempo possível. Você pode precisar de apenas um ou dois dias de descanso para uma pequena lesão. Se precisar de mais tempo, deve ter ocorrido uma lesão mais grave que necessita de cuidados do seu médico.
  • Gelo.Aplique gelo ou uma compressa fria para reduzir a dor aguda e inchaço no joelho. Os médicos aconselham a aplicação de gelo não mais de 15 minutos a uma hora, três ou quatro vezes por dia. A compressa fria caseira feita de ervilhas congeladas em um saco plástico se encaixa aos contornos do seu joelho. Não aplique nada congelado (gelo, bloco de vegetais congelados ou qualquer outra coisa) diretamente sobre a pele. Proteja sua pele envolvendo a bolsa de gelo em um pano. Remova o gelo se área começar a ficar dormente. Não use gelo se você tiver diabetes, ou problemas em seus nervos ou vasos sanguíneos.
  • Compressão.Use uma faixa de compressão para reduzir o inchaço. A faixa elástica funciona bem. Enrole sta faixa em torno do seu joelho, tomando cuidado para não interromper o fluxo de sangue. Não use esta faixa durante a noite ou quando dorme.
  • Eleve o joelhoacima do nível do coração para reduzir o inchaço e evitar o acúmulo de líquidos. Tente apoiar seu joelho em travesseiros enquanto está deitado na cama ou sentado em uma cadeira.


Analgésicos. Analgésicos podem ajudar com a dor e inchaço. Pergunte ao seu médico sobre como utilizá-los.

  • anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) incluem naproxeno e ibuprofeno. Estes medicamentos podem reduzir o inchaço, bem como a dor
  • O acetaminofeno é outra opção para o alívio da dor, mas não tem ação anti-inflamatória

Mas, estes dois tipos de medicamentos podem interagir com outros medicamentos e não devem ser usados por pessoas com determinados problemas de saúde. Pergunte sempre ao seu médico qual o medicamento ideal para você. Tenha o cuidado de seguir as instruções do rótulo de quaisquer medicamentos que você usa.


Consulte o seu médico, se:

  • Você não conseguir colocar o peso do seu corpo sobre o joelho
  • O inchaço for muito grande
  • Você não puder dobrar ou alongar a articulação do joelho
  • A dor for grave
  • Dor no joelho persistir apesar do tratamento feito em casa

Procure ajuda médica de emergência se:

  • Houver uma deformidade (como de um osso quebrado) na perna ou joelho
  • Você tiver uma perda de sensibilidade na perna
  • Houver sinais de infecção, tais como inchaço, ou se o joelho ficar vermelho e quente

 

Por Louis Neipris, M.D., escritor contribuinte.
Revisão médica: Giselle HPR Diniz.

Artigo do site: www.cuidadosmil.com.br


FONTES:

- National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases. Q&A about knee problems.

- United States National Library of Medicine. National Institutes of Health. MedlinePlus. Knee injuries and disorders.

- UpToDate Patient information: Knee pain (beyond the basics).

- National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases. How are sprains and strains treated?

 

 

 



SAIBA COMO PROTEGER O JOELHO CONTRA LESÕES DURANTE A CORRIDA

A corrida é um dos esportes mais praticados pela população brasileira. É uma das modalidades capaz de auxiliar no bom funcionamento do corpo e na busca pela forma física ideal, além de proporcionar uma sensação de tranquilidade para a mente.

Porém, para praticar esse tipo de exercício é ideal que alguns cuidados sejam tomados para evitar o aparecimento de lesões.

O indicado é que todo corredor faça uma avaliação funcional e postural antes de sair treinando. Essa atitude já ajudaria evitar uma série de problemas. Por meio dessa avaliação é possível verificar os problemas como desvios posturais, encurtamentos musculares ou frouxidão ligamentar.

O treinamento para a correção de qualquer um desses possíveis problemas irá evitar que o joelho seja comprometido.

Muitas pessoas desenvolvem lesões em um dos joelhos devido a desvios no quadril ou na coluna, como por exemplo, escoliose. Por não ter o acompanhamento adequado e geralmente não fazerem as avaliações necessárias, esse problema vai se agravando. Além disso, para tratar o joelho é preciso que todos os outros problemas sejam corrigidos.

Uma maneira muito eficaz de tratar essa lesão é escolher o tênis adequado. O tênis é um calçado muito pessoal, que deve ser comprado de acordo com as necessidades de cada pessoa. Para saber qual o modelo mais adequado é preciso identificar qual o tipo de pisada a pessoa possui, se é pronada, supinada ou neutra, para desta maneira o calçado se encaixar melhor no pé, fazendo com que a passada não seja lesiva.

Cada biotipo possui um amortecimento específico. Corredores mais leves tendem a utilizar tênis com um pouco menos de amortecimento, já os mais pesados necessitam de uma camada maior para amortecer o impacto.

Além disso, é fundamental ter uma periodização para praticar a corrida, afinal as articulações necessitam de descanso para se recuperar dos estímulos. A periodização é capaz de estabelecer as cargas a serem usadas em cada treino e planejar o descanso necessário.

Outro método para proteger o joelho é a melhora na mecânica da corrida, ou seja, quando aliado a questão da avaliação funcional e postural deve acontecer uma melhora da mecânica de corrida. Para que isso aconteça é preciso procurar um profissional capacitado, que irá verificar os problemas que o paciente apresenta e traçar um treino específico para corrigir o padrão de movimento.

Portanto, um bom fortalecimento é fator crucial para que o joelho seja protegido durante a corrida. Como esse esporte não é lesivo, o que acaba por desenvolver as lesões são os músculos enfraquecidos. Para fortalecer os músculos o ideal é realizar a musculação ou treino funcional.

Vale ressaltar, que todo o complexo do core, assim como os membros superiores, precisam de fortalecimento, pois, a falta deste pode provocar desalinhamentos musculares bastante acentuados, que irão prejudicar a mecânica de corrida e sobrecarregar as articulações.

 

Fonte – Equipe do Instituto Trata – Joelho e Quadril



JOELHOS BAMBOS: EXERCÍCIOS E CUIDADOS ESPECÍFICOS AJUDAM A DAR EST

Atividades que fortaleçam o quadríceps e o glúteo médio são essenciais para que o joelho fique alinhado. Musculação e funcional também podem ser de grande auxílio.

Uma das articulações mais exigidas do nosso corpo é o joelho. Seja nas atividades corriqueiras do dia a dia ou em algum exercício físico, ele presta um grande auxilio para que simples movimentos sejam realizados. Muito requisitados e, por vezes, sobrecarregados, o joelho se torna foco de dor, desencadeando alterações posturais que chegam até a coluna. 

Um dos problemas está na falta de estabilidade. Para que o joelho fique alinhado como os descritos na literatura médica, o quadríceps deve estar bem fortalecido, assim como o glúteo médio. A boa notícia é que alguns exercícios específicos para esses músculos são capazes de contornar o problema.

Cuidado com a hiperextensão

Não é raro encontrar pessoas com força normal, mas que não exibem contração do quadríceps na postura parada e têm o joelho hiperestendido. Na prática isso quer dizer que o joelho fica muito esticado e mantém a sua posição passivamente, “travando” as estruturas localizadas na parte posterior da perna. 

Treine a contração do quadríceps

Fique em um pé só, no chão ou em uma superfície instável, como uma cama elástica ou bozu (uma espécie de meia bola usada para treinar o equilíbrio, a força e a flexibilidade). Pode parecer fácil, mas a aparência inofensiva do aparelho engana bem. Isso porque a maioria das pessoas “trava” o joelho lá pra trás, deixando ele muito esticado. Assim não vale: destrave o joelho e coloque a mão na coxa, ela deve ficar contraída para que o exercício surta o efeito desejado.

Fique de olho no músculo glúteo médio

Para quem corre, a principal instabilidade do joelho acontece lateralmente. Ele apresenta uma inclinação para dentro chamada de valgo dinâmico. Entre as principais causas está a falha do músculo glúteo médio, que fica na lateral do quadril, e que tem por função manter a coxa alinhada na fase de apoio na corrida. Se sua ação está comprometida, a coxa “cai para dentro”, padrão relacionado à algumas patologias como síndrome fêmur-patelar, síndrome da banda iliotibial e inflamação da pata de ganso. Neste caso, vale investir no fortalecimento do glúteo médio. A maneira mais fácil, porém eficiente, é deitar de lado e elevar a perna para cima, com uma caneleira. 

Dedique-se a exercícios dinâmicos

De nada vai adiantar seu glúteo médio estar forte mas ele não trabalhar corretamente durante a corrida. Para isso, é preciso estimulá-lo com exercícios mais dinâmicos. O afundo é um deles. Para executá-lo, coloque uma perna em frente à outra e dobre os dois joelhos, deslocando o corpo para baixo. Esse exercício é muito comum, mas executá-lo de forma errada também é. Por isso, atenção: o joelho da frente não pode apresentar inclinação para dentro. 

Ofereça outros estímulos

Às vezes o corpo precisa de estímulos mais simples e direcionados para entrar nos eixos. Assim, outro exercício simples e benéfico para o joelho é o salto à frente: dê um pequeno salto para frente, com um pé só, como se estivesse pulando uma poça de água. Faça isso em frente a um espelho e não deixe que o joelho se incline para dentro. Você vai perceber que para isso deve fazer força na lateral do quadril. 

Reforce o fortalecimento com outras ferramentas

Se somar a essas dicas musculação, exercícios funcionais e educativos elaborados, os resultados poderão ser ainda mais intensos. Experimente!  



RUÍDOS NO JOELHO

Rangido, estalos, estalidos, barulhos, crepitações, sensação de que alguma coisa está sendo triturada ou raspada dentro do joelho, sensação de uma dobradiça sem óleo no joelho, sensação de areia dentro do joelho, são queixas bastante comuns no consultório. O BARULHO NO JOELHO aparece quando a pessoa faz esforços, como subir e descer escadas, agachar, ajoelhar ou correr. Em alguns casos aparece até mesmo caminhando. Em muitas situações o paciente não sente e nem ouve esses ruídos. Em outros casos o barulho chega a incomodar as pessoas que estão perto do paciente. Além do barulho, o paciente pode também ter dor, inchaço e falseio no joelho. Em geral, as mulheres são mais acometidas do que os homens. Pequenas crepitações são normais no joelho e costumam não ter significado maior. Mas ruídos de maior intensidade normalmente estão relacionados a problemas intra-articulares.

As causas mais comuns de ruídos no joelho, que chamamos de CREPITAÇÃO ARTICULAR, são:

ARTROSE

LESÕES DA CARTILAGEM

LESÕES DOS MENISCOS

SINOVITE / PLICAS SINOVIAIS

CORPOS LIVRES

BURSITES

TENOSSINOVITES

É muito importante que você consulte um ORTOPEDISTA ESPECIALISTA EM JOELHO para que ele te examine e solicite todos os exames necessários para descobrir a causa dos ruídos e, então, poder indicar o tratamento correto.

Situações envolvendo lesões de cartilagem, por exemplo, devem ser diagnosticadas e tratadas logo porque o tecido cartilaginoso não tem capacidade de regeneração.

Fonte: Clínica do Joelho – Dr. Adriano Karpstein